A XVIII Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica - 15/05/2015

Cartaz elaborado pela coordenação pedagógica da escola professor José Vitorino
da Rocha para estimular a participação dos alunos. 

Rôse Meire ajudando na construção da Terra de
 papel, uma das atividades práticas sugeridas. 
    Hoje, 15 de maio de 2015 aconteceu mais uma edição da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica, a XVIII OBA. As olimpíadas são organizadas e promovidas pela Sociedade Astronômica Brasileira - SAB e pela Agência Espacial Brasileira - AEB.

Professoras surpresas com a distância da Terra à Lua. 
     Como sempre o observatório esteve apoiando e divulgando a olimpíada entre as escolas públicas do estado. Este ano inclusive, conseguimos realizar algumas das atividades práticas propostas pela coordenação da OBA, nas escolas estaduais professor José Vitorino da Rocha e Dom Pedro II. 

Professoras construindo o relógio do Sol. 
    Na primeira escola, estivemos reunidos com a coordenação pedagógica e as professoras em dois dias do mês de março. As professoras estavam bem entusiasmadas com as oficinas e as atividades foram muito interessantes. 

     Mais recentemente, na última semana, uma professora solicitou que fossemos até a escola estadual Dom Pedro II para realizarmos as atividades com alguns de seus alunos. Os alunos dos 6º aos 9º anos do ensino fundamental participaram da montagem da maquete da Terra e da Lua e se surpreenderam com as relações de tamanho e distância  entre elas. Puderam também, reconhecer as constelações do Cruzeiro do Sul do Triângulo Austral e aprenderam os nomes e posições das estrelas alfa e beta do centauro, das estrelas principais do cruzeiro e de beta Carina. Turmas inquietas em alguns momentos, em outros surpreendentemente concentrados, e curiosos com a aula diferente. Esperamos que tenham hoje, lembrado bem das atividades realizadas em sala e que isso os tenha ajudado na prova da OBA. O resultado só iremos saber na próxima semana. 


Alunos representando a distância da Terra a Lua.

Professor Adriano utilizando o programa Stellarium para
ajudar aos alunos reconhecerem as constelações do Cruzeiro do Sul,
 do Triângulo Austral e algumas estrelas da região. 
    De qualquer forma, essa iniciativa da SAB e da AEB é muito bacana,  de extrema importância e tem contribuído de forma determinante na melhoria do que se ensina em ciência, em especial, os conteúdos de astronomia. Estivemos eu, Adriano Aubert e Rôse Meire Dias dos Santos ajudando um pouquinho nesse esforço de tornar a astronomia presente na escola.   























Alunos da escola professor José Vitorino da Rocha participando
da XVIII OBA.













Aluna da escola estadual professor José Vitorino da
 Rocha fazendo a prova
















Pergunta: "Está difícil?" Resposta: "Mais ou menos".















Alunos da escola estadual Dom Pedro II participando
da XVIII OBA. 

O Observatório Astronômico Genival Leite Lima é um componente do Centro de Ciências e Tecnologia da Educação que está vinculado à Superintendência de Politicas Educacionais da Secretaria de Estado da Educação e do Esporte.


Apoio: 
Usina Ciências
Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Alagoas

     

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